"É verdade: basta olharmos à volta para suspeitarmos que, entre sinais tão profundos e ininterruptos de crises económicas, financeiras, morais e humanas, poderá haver um toque… diabólico em tudo o que se passa no mundo. Ao longo destas páginas, J. R. Zyla, consultor de gestão, faz uma análise provocante e cheia de humor das filosofias de gestão contemporâneas e da forma como elas influenciaram a gestão moderna, sobretudo em épocas de crise, levando à criação de empresas que, basicamente, venderam a alma - e, ao fazê-lo, criaram ambientes de trabalho infelizes, pouco saudáveis, pouco produtivos… ou seja, infernais. Usando como metáforas os conceitos de Céu e Inferno, Bem e Mal e Deus e o Diabo, o autor desafia a fazer uma reavaliação crítica e ética do mundo empresarial dos nossos dias, e a compreender, ao mesmo tempo, o papel que podem desempenhar na criação de um mundo de trabalho mais justo, equitativo e também mais produtivo."Este é um registo completamente diferente do que normalmente leio. Mas achei que seria o retorno a uma disciplina que, apesar de nos acompanhar todos os dias, na verdadeira acepção da palavra, abandonei quando terminei o curso - a gestão.
O livro é dirigido particularmente a gestores que todos os dias lidam com a pressão, e quanto mais importante for o seu cargo, maior é a responsabilidade, e mais doentes ficam - é o Diabo a meter o seu dedo.
O escritor, um gestor muito conceituado no meio, tenta primeiro analisar a situação, o porquê, o como, e posteriormente dá dicas/soluções para um ambiente de trabalho mais saudável.
Como digo, não é exactamente o meu registo, mas é aquilo que estudei (apesar de não praticar), e quem sabe se um dia não me ajudará, uma vez que a leitura serve para o gestor de grande companhia, e para um gestor de uma micro-empresa, ou como digo, para o Ti Zé das Couves. A leitura é fácil, é leve, um livro bem pequeno e rápido de se ler.
Ao ler o livro, não pude deixar de me lembrar de um livro que um professor aconselhou na Universidade. Nunca cheguei a ler, mas pode ser que num futuro mais próximo, pegue nele: Quem Mexeu no Meu Queijo? Também para gestores, mas lembro-me de me dizerem que era uma metáfora excelente...
Esperem nem vão acreditar no que me aconteceu neste preciso instante. Ao mesmo tempo que escrevo o post estou a ver um filme: Comer, Orar e Falar. Não é que, quando olhei para o filme, a Julia Roberts tinha o dito cujo do Queijo na mão? É o livro de que vos estava a falar. E se ela leu o livro, eu também posso ler, lol. Foi um sinal divino. Vou mesmo ler o livro.

0 comentários:
Enviar um comentário