Sábado, 9 de Julho de 2011

Divided in Death - J. D. Robb

"Reva Ewing, um antigo membro dos Serviços Secretos, uma especialista em segurança para a Roarke Enterprises, é a principal suspeita num duplo homicídio. Ela tem todas as razões para querer matar o seu marido, o conceituado artista Blair Bissel. Não só andava a ter um caso, estava a tê-lo com a melhor amiga de Reva. Mas a Tenente Eve Dallas, responsável pelo caso, acredita que ela está inocente. Os instintos de Eve dizem-lhe que a cena do crime parece demasiado perfeita, e as respostas demasiado óbvias. E quando investiga um pouco mais, ela descobre que ao mesmo tempo que é dada uma facada na vítima, o código de acesso do seu estúdio de arte é alterada - e toda a informação no seu computador destruida.

Para Roarke, é o ataque ao computador que constitui a verdadeira ameaça. Os indícios mostram que este é o pesadelo para o qual a sua empresa se tem secretamente preparado. Ele e Reva têm estado sob um contrato governamental de código vermelho para desenvolver um programa que deverá proteger contra um novo tipo de hackers, o Grupo do Dia do Juizo Final. Estes terroristas informáticos com mentes brilhantes e bastante apoio financeiro entram em sistemas, roubam informação, e destroem computadores em larga escala e matam qualquer um que se aproxime demasiado.

Eve e Roarke devem infiltrar-se numa agência governamental extraordinariamente secreta para chegar ao centro da corrupção, antes que o virus se alastre de um escritório para uma empresa, para o país inteiro."

Divided in Death, o décimo-oitavo livro da série Mortal, para já lido em inglês.

Este foi um volume que me custou a ler. Passa muito por investigação informática e termos que me ultrapassam um pouco (muito) e fomenta a seca.

Outro ponto que poderia ter sido vantajoso mas só me confundiu ainda mais, foi o facto de existirem dois irmãos gémeos, sobre os quais recai o livro, e acaba por existir troca de nomes, de identidades, que em certas partes, me passou ao lado.

A história passa por organizações internacionais e espiões/agentes duplos. Pessoalmente, gosto muito deste tipo de tramas (policiais). Mas como digo em cima, a escritora utilizou muito (e abusou) do mundo da electrónica, e porque se passa num tempo futuro, a história tornou-se incomodativa, excessivamente ficcional para o meu gosto.

No entanto a contrapor, existem aspectos positivos. Um pouco repetitivo mas é verdade: a relação da Eve e Roarke torna-se cada vez mais ao nível dos mortais (ao nível emocional, porque esqueçam lá a parte da riqueza pessoal do Roarke). É bom ver que eles também discutem. E sofrem.

Da mesma forma, também a evolução de personagens do mundo de Eve é interessante - ver o Feeney a tomar um papel de pai, Mira com funções de mãe, e Mavis incorporar o papel de irmã (e não, ainda não teve o bebe).

Acho que como não sou fã de ficção cientifica e passo a maior parte do tempo todo a ignorar esse pormenor neste livros, não foram os aspectos negativos que me impediram de ler o livro. Tornou a leitura monótona, mas no geral, gostei da coscuvilhice da vida das personagens.

Ao ler o livro, já abri o próximo volume. Não sei o que esperar, mas já está na altura de Mavis ter a criança, não? E eu estou ansiosa por esse momento...

Vê também:Nudez Mortal, Glória Mortal, Fama Mortal, Êxtase Mortal, Ceremony in Death, Vengeance in Death, Holiday in Death, Midnight in Death, Conspiracy in Death, Loyalty in Death, Witness in Death, Judgement in Death, Betrayal in Death, Interlude in Death, Seduction in Death, Reunion in Death, Purity in Death, Portrait in Death e Imitation in Death.

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